segunda-feira, 11 de julho de 2016

A importância de se ter uma alimentação saudável na gestação

Olá lindonas e lindões,
estou bem, viva e gravidíssima!

Já estamos com 36 semanas e o barrigão só cresce!

Hoje vou falar de um tema interessante:
Sobre o aumento de peso na Gravidez, segue o texto.

Orem por mim e pelo meu bebê!

bjs


Entenda como o peso da mãe ao longo dos nove meses afeta a saúde e o desenvolvimento do bebê



Sabe aquela história de que grávida tem que comer por dois? É verdade. Mas peraí! Não é para comer por duas pessoas, e sim por dois motivos: a sua saúde e a do seu bebê. Isso não tem nada a ver com dobrar as porções e traçar dois pratos cheios no almoço. 

Sim, você deve aumentar a quantidade das calorias na sua dieta. Mas seu corpo precisa de, no máximo, 350 calorias a mais por dia o equivalente a dois copos de leite integral. O que realmente importa não é comer mais, e sim comer bem. 


A recomendação do quanto engordar depende do peso da grávida antes da gravidez, o que é calculado com base no chamado IMC (índice de massa corporal)”, explica o ginecologista e obstetra Roberto Cardoso, coordenador do Femme Laboratório da Mulher, em São Paulo. Mulheres com peso adequado (IMC de 18,5 a 24,9) podem ganhar de  11 a 16 kg, enquanto as com sobrepeso (IMC entre 25 e 29,9) devem aumentar de 7 a 11 kg. As obesas (IMC igual ou superior a 30), apenas de 5 a 9 kg. Já as abaixo do peso (IMC inferior a 18,5) têm de ganhar entre 12,5 a 18 kg.


Não se trata de uma questão estética. Extrapolar ou ganhar menos peso do que o recomendável prejudica a saúde do bebê. Mulheres muito magras que não se alimentam bem durante a gravidez podem ter filhos com problemas neurológicos, baixa imunidade e mau funcionamento de órgãos como pulmão e fígado. 

Por outro lado, grávidas que engordam muito podem desenvolver obesidade, pressão alta, diabetes e ter filhos com tendência a serem gordinhos vida afora. Uma avaliação nutricional no começo da gravidez ajuda a entender qual é o seu caso e qual a melhor dieta a seguir. 

Se você engordar na proporção certa, terá voltado a sua forma anterior até dois meses depois do parto. Isso porque boa parte do peso acumulado não é gordura.



Além do bebê, que pesa em média 3,2 quilos, o útero fica com quase um quilo. A placenta pesa 600 gramas e, só de sangue e outros fluidos, você engorda mais 3,6 quilos. Os seios maiores, por causa da amamentação, aumentam mais um quilo na balança.


Vamos nos cuidar né lindonas!!!


sexta-feira, 29 de abril de 2016

Leite materno humano: alimento mais que completo


Olá, a gravidinha aqui vai postar um tema bem pertinente às mamães, gestantes e tentantes:

Leite materno humano é o mais complexo entre todos os mamíferos, diz pesquisa

Os seres humanos podem ter o leite materno o mais complexo entre todos os mamíferos. Um estudo publicado na revista científica Trends in Biochemical Sciences na semana passada observou, a partir de uma matriz humana, que o leite contém mais de 200 moléculas de diferentes tipos açúcares, bem acima da média encontrada no leite de vaca, por exemplo, em que 50 tipos, em média, foram encontrados. 
O papel de cada um desses açúcares ainda é um enigma, mas é provável que tenham ação no sistema imunológico infantil e no desenvolvimento intestinal. O leite materno é, frequentemente, a primeira refeição de uma criança, mas muitas das moléculas de açúcar no leite não são destinadas a alimentar o bebê. De acordo com os pesquisadores, as crianças nascem estéril de qualquer bactéria em suas entranhas. Porém, em poucos dias adquirem milhões e, após uma semana, bilhões. Os açúcares que vêm do leite da mãe são geralmente os primeiros compostos que essas – boas – bactérias têm de mastigar.
– O primeiro leite materno favorece a colonização do intestino por grupos de bactérias específicas que podem digerir essas moléculas de açúcar. As crianças não têm a maquinaria para digerir estes açúcares. Então o alimento vai direto para as bactérias. Podemos dizer, portanto, que o leite materno é fertilizante – diz o co-autor do estudo Thierry Hennet, do Instituto de Fisiologia da Universidade de Zurique, na Suíça. 
O leite materno também ajuda a estabelecer as bases para o sistema imunológico do recém-nascido. O alimento é rico em anticorpos e moléculas que retardam o crescimento de bactérias nocivas e coordenar a atividade das células brancas do sangue.
Após um mês, quando a criança começa a desenvolver o próprio sistema imunológico, a composição do leite materno cai em mais de 90%. Há também uma diminuição acentuada na diversidade de açúcares. No entanto, o leite materno humano maduro tem um aumento do número de nutrientes de gordura.
Além disso, já há comprovações de que o leite materno reduz claramente a mortalidade infantil e diminui significativamente o risco de um recém-nascido sofrer com infecções intestinais e das vias respiratórias. 

terça-feira, 12 de abril de 2016

Como manter-se de bem com a balança durante a gravidez

Minhas gatinhas e gatões,
já contei aqui que estou grávida. Mas pasmem, atualmente já estou com 6 meses de gravidez!
Sim, parece que foi ontem!

Como sou uma mulher grande, tenho estrutura grande (e nunca serei mignon) já engravidei um pouco acima do meu peso. Mas prometi a mim mesma que, assim, como a primeira gravidez, não irira engordar tanto!

E tenho conseguido minha gente!
Estou super orgulhosa comigo mesma!

E sim, podemos comer saudavelmente e de tudo, sim, as vezes rola uma pizza, uma rapadura, um chocolate, mas assim, uma vez por semana, no máximo!

O restante do tempo eu procuro comer de forma variada e saudável!

Bom, hoje vou postar pra vocês algum as dicas para manter-se de bem com a balança neste período lindo de toda a mulher: GESTAÇÃO.

Para quem quiser saber mais, acesse:

20 dicas para ficar de bem com a balança durante a gravidez

Manter o peso é um dos sinais da boa saúde, conquistada a partir de hábitos simples

 Um dos receios mais comuns das grávidas é ganhar peso demais durante a gestação e, pior ainda, manter os quilos extras depois do parto. Para evitar o problema, o ortopedista. Ricardo Cury, da Sociedade Brasileira de Ortopedia, e a nutricionista Mariana Del Bosco Rodrigues, da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), orientam as mulheres que não querem ganhar muito peso na gravidez. "É importante dissuadir-se da ideia de que é preciso comer por dois", diz Mariana. Aumentar de nove a 12 quilos é normal. Ganhar um peso muito além disso pode ser ruim tanto para mãe quanto para o bebê. 

E nada de parar a ginástica. "Basta adaptar os exercícios à sua nova condição", afirma Cury. Ele explica que a grávida pode até fazer musculação, por exemplo, desde que preserve o corpo de grandes impactos. Prefira exercícios leves, para não perder o tônus, e muito alongamento para manter o equilíbrio, que será afetado com o novo peso na barriga, favorecendo problemas de coluna.

A seguir, confira 20 dicas que essa dupla de profissionais recomenda as futuras mamães passarem os nove meses esbanjando saúde.

1. Procure alimentar-se a cada 3 horas; 

2. Para contornar o enjôo matutino, deixe alimentos secos (polvilho, biscoito) ao lado da cabeceira da cama. Mande um deles para dentro antes mesmo de se levantar; 

3. Cereais integrais são excelentes fontes de vitaminas do complexo B, essenciais para minimizar o desconforto com o enjôo; 

4. Consuma cálcio (leite e derivados), mineral determinante para garantir a saúde óssea da mãe; 

5. Não esqueça o ferro (carne, grãos) para evitar anemia;

6. Inclua na sua dieta alimentos ricos em ácido fólico (folhas verde-escuras), pois ele garante a formação do tubo neural do bebê; 

7. Coma um filé de peixe, frango ou carne magra todos os dias. Além de dar a sensação de saciedade, esses alimentos garantem proteínas suficientes para o bebê e ainda ajudam a dar elasticidade à sua pele, evitando estrias; 

8. Para evitar o inchaço, comum no último trimestre, é importante ingerir bastante líquido e moderar no consumo de sal; 

9. Seu prato deve ser bem colorido, o que indica a variedade de nutrientes; 

10. Faça suas refeições com calma, sem pressa de engolir os alimentos. Isso ajuda a lidar com os sintomas de gravidez, facilita a sua digestão e evita que você coma mais do que sua fome exige realmente exige;

11. Cuidado com os alimentos dietéticos e adoçantes em excesso. Eles contêm substâncias químicas. Converse com seu médico a respeito;

12. Evite alimentos que contenham muita gordura, como creme de leite e alguns tipos de carnes vermelhas e embutidos;

13. Corte as frituras e empanados durante os nove meses. Estes alimentos só irão engordá-la, pois possuem um tipo de gordura que não é utilizada nem pelo seu organismo, nem pelo de seu bebê; 

14. Pratique hidroginástica. É ótimo para manter em ação toda a musculatura de seu corpo e sem causar nenhum tipo de impacto que possa comprometer o bebê; 

15. Alongue-se. Ajuda a manter o equilíbrio do seu corpo e evita sobrecargas na coluna; 

16. Faça musculação, mas pule os exercícios de impacto. Nessa fase, o importante é manter a forma e isso você consegue com séries leves, de menos peso, e sempre acompanhada por um instrutor; 

17. Não abuse dos doces; 

18. Fuja das bebidas alcoólicas; 

19. Não tome remédios para emagrecer, como moderadores de apetite ou aceleradores do metabolismo. Podem fazer mal a você e ao seu bebê. Consulte sempre seu médico;

20. Não faça dieta por conta própria. Procure uma nutricionista para ajudá-la a montar um cardápio. 

Qual é o ganho de peso ideal na gravidez?

Antes de qualquer coisa, ponha na sua cabeça que não tem jeito, você vai engordar, o que é perfeitamente natural e esperado. O ganho de peso é necessário porque seu corpo está crescendo e mudando, para proporcionar as melhores condições para um desenvolvimento saudável do bebê. 

Veja, em média, para onde vão os quilos extras: 

  • Ao nascer, o bebê vai pesar em torno de 3,3 kg.

  • Ao longo da gravidez, a camada muscular do seu útero cresce bastante, e passa a pesar 900 g a mais.

  • A placenta, que nutre o bebê, pesa 700 g ao final da gravidez.

  • Seus seios aumentam de tamanho e pesam 400 g a mais.

  • O volume de sangue que circula no seu corpo cresce, e todo o sangue extra pesa 1,2 kg.

  • Você acumula líquido no organismo, além do líquido amniótico que envolve o bebê, num total em média de 2 kg.

  • Além disso, você acumula gordura no corpo durante a gravidez para garantir um estoque extra de energia para a fase da amamentação. Esse total é de cerca de 4 kg.

Portanto, ao final da gravidez, por essa média, você estaria pesando 12,5 kg a mais do que pesava antes de engravidar. É claro que as coisas não funcionam bem assim, já que ninguém é uma média. 

Existem grandes variações, porque o ganho de peso da gravidez está intimamente ligado ao que se chama de Índice de Massa Corporal, ou IMC, de antes de engravidar (veja como calcular seu índice de massa corporal e também o seu ganho de peso estimado). É importante saber seu IMC de antes da gravidez porque, quanto maior o IMC inicial, menos a mulher deve engordar na gestação.

O IMC pré-gravidez determina o quanto você deve engordar

A recomendação de especialistas é que as mulheres calculem o ganho de peso ideal com base no IMC de antes da gravidez. Quanto mais acima do peso a mulher estiver antes de engravidar, menos ela deve engordar na gestação.

  • IMC inicial de menos de 18,5 -- ganho de peso ideal: 13 kg a 18 kg.
  • IMC inicial de 18,5 a 25 -- ganho de peso ideal: 11,5 kg a 16 kg.
  • IMC inicial de 25 a 30 – ganho de peso ideal: de 7 kg a 11,5 kg.
  • IMC inicial acima de 30 – ganho de peso ideal: de 5 kg a 9 kg.



http://brasil.babycenter.com/a2100201/ganho-de-peso-na-gravidez#ixzz45bs4xl8c

segunda-feira, 21 de março de 2016

Vida corrida

Oiê, ando sumida eu sei!
Mas hoje não vim reclamar e sim agradecer a Deus pela minha vida corrida, de mãe, esposa, profissional...
Enfim, são tantas emoções que não tem me sobrado tempo para postar aqui!

Mas guardo este cantinho no meu coração!!!

Já havia comentado anteriormente, que estou gravidíssima!
Sim, estamos esperando nosso príncipe: Pedro Antonio.

Tenho cuidado a minha alimentação, pois vocês sabem, não quero embarangar muito... kkk...

Sim, não adianta usar a gravidez para comer mundos e fundos...e tem mais essa, pesquisas apontam sobre a interferência da alimentação da mãe durante a gravidez e a lactação para o bebê.

Por isso tenho comido bem saudável e de forma variada. Ok, de vez em quando rola uma gordice, mas logo volto ao ritmo bom!

Era isso minhas gatas e gatões!
Fiquem em paz e curtam essa semana pascoal.

Se tornem pessoas renovadas!!!

bjs

sexta-feira, 11 de março de 2016

Sucos e mais sucos

Bom dia gente linda!
Ando sumida, assumo, mas é por uma boa causa...

Minha família é pequena (sqn) e ela vai aumentar, sim, estou esperando um bebê.
Rezem por mim e pelo baby, está tudo bem conosco, mas acredito que oração nunca é demais e sempre proteje!

Hoje quero ensinar um sucos que vi no site:

Anota aí, façam e me digam...
bjs

 




segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

The Oscar goes to...

Tá bom, confesso que tentei assistir ao Oscar 2016 ontem e acabei dormindo...
Mas nada que me fizesse esquecer ou mostrar para vocês os meus looks favoritos.

Lá vai:

1) Merecedores da Estatueta (por ordem):






2) Cruz credo, nem de brincadeira (looks bizarros!):






sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Alimentos ricos em Ferro

Ando sumida, mas é que a vida anda corrida por aqui...
Tentando o máximo possível fazer opções saudáveis 2 a balnaça anda estabilizada, o que é bom,
pois dieta, dieta, confesso que não ando fazendo nenhuma. 
E sim reeducação alimentar, com algumas escapadelas, mas logo volto ao prumo.

Hoje quero falar em alimentos rico em Ferro:

O consumo de alimentos ricos em ferro, como as carnes vermelhas ou o pão de cevada, por exemplo, podem ajudar a curar a anemia quando ela é causada pela deficiência de ferro no sangue.
Porém, os alimentos ricos em ferro são importantes em todas as fases da vida e devem ser consumidos com frequência, especialmente, em gestantes, bebês e idosos, pois estes grupos possuem uma necessidade maior de ferro no organismo.





Alimentos ricos em ferro para anemia

Os alimentos ricos em ferro para anemia incluem:
  • Alimentos ricos em ferro de origem animal, como as carnes vermelhas, o ovo ou a farinha de peixe, pois o ferro destes alimentos é absorvido com facilidade;
  • Alimentos ricos em ferro de origem vegetal como o feijão, as ervilhas ou a salsa. Estes alimentos devem ser consumidos sempre com uma fonte de vitamina C como laranja, morango ou pimentão, para melhorar a absorção de ferro. Por exemplo, comer arroz com feijão preto e laranja de sobremesa;
Além dos alimentos ricos em ferro para anemia, é também importante seguir outras dicas de alimentação como:
  • Evitar comer alimentos ricos em cálcio com as principais refeições, como iogurtes, pudim, leite ou queijo porque o cálcio é um inibidor natural da absorção do ferro;
  • Evitar comer alimentos integrais ao almoço e jantar, pois os fitatos presentes nos cereais e fibras dos alimentos integrais, diminuem a eficiência da absorção do ferro presente nos alimentos;
  • Evitar comer doces, vinho tinto, chocolate e algumas ervas para fazer chá, porque possuem polifenóis e fitatos, que são inibidores da absorção do ferro;
  • Cozinhar em uma panela de ferro é uma forma de aumentar a quantidade de ferro de alimentos pobres, como o arroz, por exemplo.
​​Misturar frutas e legumes nos sucos também pode ser uma excelente forma de enriquecer a dieta em ferro. Duas ótimas receitas ricas em ferro são o suco de abacaxi batido no liquidificador com salsinha fresca e o bife de fígado acebolado. 

E aí, gostaram da matéria?
bjs no coração